Novas redes sociais que estão virando febre 3 de março de 2010
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Redes Sociais.Tags: Chatroulette, Failin.gs, Formspring, Foursquare, google buzz, MEETorDIE, novas redes sociais, please rob me, Pleaserobme, talent trove, tendencias online, tendencias redes sociais, thisMoment, Tumblr’s Ask feature.
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Estudando o comportamento online, é possível identificar novas ferramentas, redes sociais, que estejam começando a virar febre.
Veja só o que encontrei:
1. Chatroulette
O conceito dessa ferramenta é basicamente poder falar e ver através da webcam pessoas aleatórios em todo o mundo.
As visitas para o website cresceram 411% em 1 mês. Os países que mais acessam são Estados Unidos, China, Alemanha, França, Inglaterra, Itália, Turquia, Espanha, Brasil e Canadá.
O site revela a localização de casas vazias com base em dados postados no Twitter.
Segundo o fundador, Amstel, o objetivo é conscientizar as pessoas quanto a importância de se manter certos dados privados.
3. MEETorDIE
Com muito senso de humor, a proposta dessa ferramenta é calcular o montante de dinheiro gasto em um encontro/reunião.
A idéia básica é fazer com que seja fácil identificar reuniões que terão mais despesas do que produtividade.
O usuário não precisa revelar nenhuma informação pessoal, porém, caso desejar, é possível compartilhar informações sobre quanto o encontro custou e se o encontro justificou tal gasto.
Com um crescimento de 445% das visitas no site oficial nos últimos 3 meses, Foursquare esta se tornando a melhor ferramenta local de recomendações.
A ferramenta é um microblogging onde o usuário faz recomendações de lugares (geolocalidades). O Foursquare permite que você e seus amigos explorem sua cidade, ou cidades visitadas. O usuário ganha pontos e pode desbloquear (to unlock) emblemas ( badges ) ao descobrir novidades.
A tendência aponta os serviços de mídias sociais integrando-se a mapas gerados por satélites (GPS) como a grande novidade que vai bombar no ano de 2010, no mundo social virtual e local.
5. Google Buzz
Serviço do Google que integra redes sociais em uma área especial dentro do Gmail. O Buzz também vai funcionar em celulares, como iPhone e Android.
Assista o vídeo de apresentação aqui - (http://www.youtube.com/watch?v=yi50KlsCBio)
6. Failin.gs
Projeto que permite que pessoas anônimas escrevam o que realmente pensam sobre você.
Isso me fez lembrar as ferramentas Formspring.me e Tumblr’s Ask feature que abriram as portas para anônimos perguntarem o que quisessem para pessoas conhecidas.
7. Biographicon
É uma aplicação, no estilo Wiki, que permite a qualquer um ter sua própria biografia na rede, podendo ser atualizada por qualquer usuário.
8. thisMoment
Neste projeto podem cadastrar as melhores experiências da sua vida com textos, fotos, vídeos, lista de pessoas que participaram do momento, sentimentos… todo o necessário para que seja mais fácil lembrar no futuro.
Criando um gráfico cronológico thisMoment permite compartilhar os dados publicamente ou com as pessoas que vocês indiquem, garantindo a segurança da informação
9. TalentTrove
Esta ferramenta permite a todos aqueles que não têm dinheiro, tempo, ou contato se promoverem.
A idéia é mostrar o talento individual de cada usuário, o que significa que apenas conteúdos originais são compartilhados no site.
Fonte: Blog O que você faz online e porque isso é importante
Twitter alcança 50 milhões de tweets por dia 3 de março de 2010
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Notícias, Redes Sociais.Tags: info online, twitter
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O Twitter anunciou que alcançou a marca de 50 milhões de tweets por dia. Isto significa que a cada segundo, 600 mensagens são postadas na rede social. Em janeiro último, foram mais de 1,2 bilhão de tweets, cerca de 39 milhões de mensages por dia.
Há três anos, eram cinco mil posts a cada 24 horas. Em 2008, este número subiu para 30 mil mensagens por dia e, um ano depois, chegou a 35 milhões de tweets. O site registrou 73,5 milhões de usuários únicos em janeiro, um aumento de 8% em relação ao mês anterior, quando foram registrados 65,2 milhões de usuários, de acordo com o comScore.
Fonte: Info online
Como as 100 maiores empresas do mundo utilizam as mídias sociais? 1 de março de 2010
Posted by Luis Giusti in Comunicação, Marketing Digital, Redes Sociais.Tags: 100 maiores empresas do mundo, blogs corporativos, facebook, midias sociais, twitter, youtube
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A Burson-Marsteller lançou recentemente a edição 2010 do estudo que descreve a maneira como as 100 maiores empresas do mundo (em receita) segundo o ranking da revista Fortune utilizam as mídias sociais. Foram 48 empresas da Europa, 29 dos Estados Unidos, 20 da Ásia e 3 da América Latina. Os dados foram coletados entre novembro de 2009 e janeiro de 2010. O resultado é bem interessante.
Segundo a pesquisa:
• 79% das empresas utilizam pelo menos uma plataforma de mídia social. A maior incidência é na Europa, com 88%, seguida pelos EUA, com 86%. A Oceania é onde houve a menor incidência, com a presença de apenas 50% das empresas. Apenas 20% utilizam as 4 plataformas avaliadas (Twitter, Facebook, Youtube e blogs corporativos).
• A plataforma mais utilizada é o Twitter, com presença de 65%. Logo em seguida, vem o Facebook (54%), Youtube (50%) e blogs corporativos (33%).
• Das empresas que utilizam a ferramenta (65%), a média é de 4,2 contas, sendo que empresas como AT&T, Nokia e Samsung possuem pelo menos 15.
• Das européias e norte-americanas, mais de 70% utilizam o serviço de microblogging. A menor afinidade está entre os asiáticos (40%), que utilizam, principalmente, para se comunicar com seus stakeholders ocidentais.
• A média de tweets é de 27 por semana e 38% das empresas reponde às micropostagens de outros usuários.
• A média de seguidores por empresa é de 1.489, e a de pessoas seguidas é de 731.
• Menos popular do que o Twitter (54%), o Facebook tem maior aderência nos EUA, onde 69% das empresas possuem uma fan page.
• Apenas 59% das empresas presentes no Facebook mantém suas páginas ativas, com uma média de 3,8 posts por semana.
• O números de seguidores é maior do que o do Twitter. A média é de 41.000 seguidores nas fan pages das 100 maiores empresas.
YouTube
• Metade da amostra tem um canal no YouTube. Entre as norte-americanas, 59%, e entre latino americanas apenas 33%.
• 68% das que possuem um canal possuem atividade freqüente. A média é de 10 vídeos ao mês.
• Os vídeos postados por essas empresas tem, em média, 40.000 views por mês.
Blogs Corporativos
• Apenas 1/3 das 100 maiores possui blog corporativo. O número cresce entre as asiáticas, com 50% e cai entre as européias, com apenas 25%.
• A média de posts mensais é de 7. Entre os asiáticos – que mais utilizam o serviço – é de 14.
Usuários de mídias sociais são mais velhos do que se pensava 26 de fevereiro de 2010
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Redes Sociais.Tags: dados midia, games, internet, jornal, midias sociais
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- 25% dos usuários têm entre 35 e 44 anos de idade;
- quem mais utiliza jogos nas mídias sociais são mulheres de 43 anos;
- somente 6% destes jogadores têm 21 ou menos;
- 61% dos usuários do facebook estão acima dos 35, com a média de 37;
- 64% dos usuários do twitter estão acima dos 35, com a média de 39;
- a mídia social com menor média de idade é o bebo, com 28;
- quase um quarto dos usuários das mídias sociais participam de algum jogo.
Esta é uma ótima informação para desmistificar a ideia de que adultos preferem ler jornal e não gostam de internet.
Os impactos das mídias sociais no mundo corporativo 26 de fevereiro de 2010
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Redes Sociais.Tags: facebook, midias socias, Web
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Por que todo software corporativo não é como o facebook? Em nuvem, sem necessidade de hardware, instalação e suporte oneroso?
O facebook redefiniu os valores dos computadores pessoais e teve papel importantíssimo na popularização das mídias sociais. com feeds, perfis e grupos, toda informação que o usuário precisa sobre sua rede de contatos é enviada a ele, sem necessidade de esforço.
A revolução da web social ainda não afetou muito o mundo corporativo, mas os softwares tradicionais utilizados não estão acompanhando a evolução do mundo digital. a possibilidade de obter informação em tempo real mudou muitas coisas: como consumimos informação, como aprendemos sobre os outros e como nos mantemos atualizados. nossa necessidade de imediatismo mudou.
Agora, todo o conceito deve ser introduzido no mundo corporativo. é preciso transformar a conversação empresarial como as mídias sociais transformaram a conversação das pessoas. o mundo acontece em tempo real! precisamos de ferramentas mais espertas, integrar novas tecnologias (como as móveis) e extrair o máximo do potencial da internet.
Novos aplicativos em nuvem oferecem o caminho para redefinir o futuro da colaboração. equipes, projetos, gestão, tudo integrado, em comunicação e produzindo com mais agilidade e facilidade. basta aplicar os princípios do nosso querido facebook, nas empresas.
fonte: tech crunch
Liberar Orkut e Twitter no trabalho é produtivo 25 de fevereiro de 2010
Posted by Luis Giusti in Arte cultura e entretenimento, Marketing Digital, Redes Sociais.Tags: facebook, orkut, Redes Sociais, twitter
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É interessante notar como, nesse mundo dito moderno, as empresas minimamente estruturadas já contam com recursos tecnológicos até pouco tempo inimagináveis.
Redes, relatórios com gráficos, planilhas, conexões virtuais e remotas, agendas eletrônicas, e-mail e comunicação em tempo real são apenas alguns dos recursos habitualmente encontrados.
Do outro lado, dos usuários, não é segredo que os brasileiros adoram passar horas a fio em redes sociais favoritas, como Orkut, Facebook, Twitter e daí em diante. São as chamadas redes sociais que, ao lado dos facilitadores já citados acima, agora começam a ganhar espaço também dentro das empresas como instrumento de trabalho.
Vestir o Orkut, o Facebook e o Twitter com terno e gravata, ou seja, a criação de redes sociais próprias dentro das corporações, é uma das formas práticas para aperfeiçoar a troca de informações e de conhecimentos, além de estimular a pró-atividade coletiva entre funcionários – sem a necessidade de custosas ligações telefônicas ou longas trocas de e-mails.
Mesmo assim, a utilização das redes sociais corporativas por parte das empresas brasileiras ainda é tímida, principalmente se comparada à ainda ‘popular’ intranet.
Hoje, o que vemos na intranet da maioria das empresas é um apanhado de informações que teoricamente deveriam interessar a todos da companhia, o que na prática não acontece.
Fosse feito um teste dentro das empresas, garantindo o anonimato dos entrevistados, certamente a menor parte realmente avaliaria os conteúdos de sua intranet como relevantes; e poucos responderiam que encontram informações que verdadeiramente os auxiliam na execução de seus serviços.
Pode-se argumentar que a simples troca de idéias e integração dos funcionários não justifica a adoção de uma rede social corporativa. É verdade. Como também é fato que há outros fatores que, junto a este, deixam claros os benefícios de implantação.
A possibilidade de compartilhar projetos que estão sendo desenvolvidos por diferentes áreas da empresa é um deles. Outro é a possibilidade de aproximação entre os funcionários ditos de “operação” com o alto escalão da companhia.
Na prática, basta lembrar que não é tão comum ver uma equipe receber um elogio ou uma mensagem motivacional de seu presidente, a não ser em eventos de confraternização. Com a rede social, uma simples mensagem pode ser postada a todos os profissionais da empresa de uma só vez ou para profissionais de determinada área específica, em questão de segundos.
A rede social corporativa pode despertar no funcionário o sentimento de participação ativa na empresa. Mesmo que em áreas e assuntos restritos, abre-se um canal para a apresentação de idéias ou críticas, que em última análise podem ser úteis para alavancar o negócio e/ou aperfeiçoar um produto.
Como na aplicação de qualquer novidade no ambiente empresarial, os responsáveis pela rede social corporativa devem tomar determinados e importantes cuidados, principalmente com ações indevidas dos usuários, como conversas nada proveitosas, fofocas, discussões e intrigas, que podem e devem ser fiscalizadas.
Em redes sociais púbicas são comuns experiências negativas como a criação de perfis falsos e, no meio corporativo, quando não se toma o cuidado necessário, isso também pode acontecer.
Com planejamento e tais cuidados, as redes sociais corporativas serão sem dúvida ótimas ferramentas de gestão e de comunicação. O Twitter de terno e gravata chegou para ficar.
Por Fábio Baptista – Webinsider
Dicas para uma boa presença nas redes sociais 24 de fevereiro de 2010
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Redes Sociais.Tags: mensurar redes sociai, midia digital, orkut, Redes Sociais, twitter
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Por Clayton Melo, do IDG Now! Publicada em 22 de fevereiro de 2010 às 07h40
Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?
Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.
A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.
1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.
As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.
2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.
Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.
3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?
Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente “aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.
4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas. Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como “selos” para seu perfil. Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.
Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa. Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.
5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros. Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações. Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.
A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.
6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?
As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics. Exemplos no contexto de uma ferramenta social são: número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc. As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.
Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado. Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc. Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários “vendem” e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de “invites” para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.
7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.
8 – Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.
9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?
As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características. Isto é, pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.
O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo “enganado”, o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.
Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.
10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?
Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.
Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como “mau uso” por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.
Media On debate os rumos do mundo digital 29 de outubro de 2009
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Web.Tags: digital, midia
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O Media On 2009 – 3º Seminário Internacional de Jornalismo Online começa nesta terça-feira, 27. O Fórum Internacional é realizado pelo Instituto Itaú Cultural e Terra, com apoio da BBC Brasil e da CNN. A abertura terá a palestra de Joshua Benton, jornalista investigativo e diretor do Neiman Journalism Lab, da Universidade de Harvard, dos EUA.
Criado em 2007 por jornalistas e profissionais da internet, o objetivo do fórum é debater os rumos das atividades e as tendências da informação no mundo digital. Este ano o evento terá três dias de duração e termina na quinta-feira, 29. A programação inclui profissionais das principais mídias do mundo, como Nathalie Malinarich, editora-executiva de Mundo da BBC, Nick Wrenn, vice-presidente de Serviços Digitais da CNN Internacional, Marcos Foglia, gerente de Novas Mídias do Clarín Global, da Argentina, e Pierre Haski, editor-chefe do site francês Rue89.com. Veja toda a programação e também informações sobre cadastramento no site oficial (clique aqui)
Fonte: m&m online
O que é o Google Wave? 13 de outubro de 2009
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Notícias, Web.Tags: google wave
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Uma explicação simples criada pelo Epipheo Studios mostra o que é o lançamento do Google mais comentado das últimas semanas.
Seus funcionários podem ser a sua voz nas redes sociais 7 de outubro de 2009
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Redes Sociais.add a comment
Muito tem sido falado sobre o poder das mídias sociais para interagir com clientes de forma rápida, fácil e envolvente. No entanto, poucas empresas tem feito coisas interessantes, como é o caso da Smokey Bones, uma rede de restaurante localizada em mais de 60 cidades dos Estados Unidos.
A responsável foi a Push, localizada em Orlando, na Flórida. A agência foi escolhida para cuidar do reposicionamento da marca, que havia sido recentemente vendida para a Sun Capital, uma empresa de investimentos. Como parte da mudança, eles queriam revigorar a comunicação online da empresa e construir uma imagem mais jovial, mas com uma verba bem limitada.
O primeiro passo foi criar uma nova identidade, que incluiu a criação de uma nova logo, mudanças no visual das lojas, e até mesmo um novo foco para o negócio, focando no bar e em atividades voltadas ao público jovem, como shows a apresentações. Faltava agora o trabalho online. A grande idéia foi utilizar os próprios empregados para tomar conta da presença online da marca.
Nessa etapa, a empresa deu um “segundo trabalho” como premiação para seus funcionários que já tinham familiaridade com a internet. Eles viraram embaixadores da marca nas redes sociais. Um profissional de cada franquia foi escolhido para cuidar de um perfil no Facebook e no MySpace. A estratégia era trabalhar de forma local para conversar de forma mais íntima como os clientes do Smokey Bones em cada região.
O resultado tem sido fantástico. A rede vem conseguindo formar um exército de seguidores: a média é de 10.000 por unidade. A divulgação é feita boca-a-boca, em cada loja, e vai se espalhando por grupos de clientes. A iniciativa permitiu à empresa uma atuação bem regionalizada. É o “pensar globalmente e agir localmente” colocado em prática. Ao invés de um diálogo igual com todo mundo, a relação acontece no contexto local e a as promoções – um grande atrativo – são voltadas à realidade de cada praça. O interessante é que o diálogo que começava na internet se estende ao ponto de venda.
As páginas são monitoradas pela agência. A liberdade é vigiada, mas isso foi combinado desde o início. O grande desafio, no entanto, é não deixar que esse profissional acabe ganhando mais relevância do que a marca. A rotatividade nesse tipo de empresa é, historicamente, muito alto. Portanto, a Smokey Bones deve estar preparada para substituir esse profissional a qualquer momento. A ideia é que outra pessoa possa ser recolocada no lugar sem nenhum impacto negativo na relação.
*Extraído do Blog CHMKT
Marketing na era digital 30 de setembro de 2009
Posted by Luis Giusti in Comunicação, Marketing Digital, Propaganda, Redes Sociais, Web.add a comment
A Internet é um grande portal de relacionamento. As redes sociais estão invadindo a internet e o consumidor e a questão é como age esse consumidor no ato da compra, na hora da pesquisa, na interação dele com esses novos meios. A internet é um veículo que dá poder ao consumidor de falar, e este, quer ser ouvido.
As empresas continuam batalhando para atingir o consumidor com ações impactantes em busca de vendas. Links patrocinados, banners em sites, publicidade em grandes portais. Tudo isso esperando um retorno em vendas. Porém, internet não é só venda! Ela é relacionamento, interação, conversas, experiência, divulgação, comunicação e, claro, vendas também!
Na minha opinião, as empresas deveriam começar a trabalhar com essa gama de fatores que acabam gerando resultados impressionantes e, ao mesmo tempo, prender o consumidor ao seu mundo, na troca de experiências, nas facilidades de interação, procurando sempre estar em contato com aquele que toma a decisão final.
Quando se fala em comunicação na web, devemos analisar a capacidade que tal informação tem de se espalhar na rede. São alguns amigos, quem tem mais alguns amigos que espalham pra milhares de amigos e por aí vai. É um canal sem limites, basta saber trabalhar a ação.
Pensando em vendas, é possível mensurar que essas indicações gerarão vendas futuras sem que a marca gaste um centavo para impactar um determinado grupo de consumidores.
Uma pesquisa mostra que 80% das mensagens que acreditamos vem de amigos ou conhecidos, apenas 20% são de propagandas.
E como a marca consegue crescer dessa forma sem fazer propaganda? Simples, oferecendo um bom serviço para seus usuários, assim milhares de blogs pelo mundo
O segreso é gerar informação permanentemente para os seguidores, não apenas oferecendo produtos, mas comunicando novidades, falando sobre os garotos propaganda da marca, falando sobre notícias em torno do ambiente da marca e, claro, uma vez ou outra, criando campanhas específicas para esses seguidores.
Devemos pensar que quando alguém vê seu anúncio e acessa seu site, ela não ta buscando apenas uma informação. Ela se interessou pela sua marca. E nessa fonte que é preciso prender o consumidor através de concursos culturais, ações interativas e de relacionamento, permitindo que o consumidor se sinta reconhecido pela marca. Isso faz toda a diferença.
Com algumas informações, como uma boa base de clientes, um entendimento do que essas pessoas pensam do produto, como compram, o que acham, o que sugerem de melhorias, a marca terá um material amplamente rico para trabalhar futuras ações.
E, lembre-se: um consumidor satisfeito, fiel a sua marca, traz novos consumidores, que vão trazer novos consumidores. O importante é tratá-lo como ele merece.
O medo das empresas em estar nas redes sociais 26 de setembro de 2009
Posted by Luis Giusti in Marketing, Marketing Digital, Redes Sociais, Web.add a comment
Você já deve ter ouvido falar que estar nas redes sociais pode ser muito bom para sua marca, como também, pode destruí-la em minutos.
B. L. Ochman, estrategista de marketing e palestrante, apresenta os seis medos das empresas com redes sociais e explica como elas podem vencê-lo:
Os empregados perderão tempo com redes sociais:
Muitas empresas grandes bloqueiam o acesso de seus empregados à internet. Outras tentam bloquear e-mails pessoais ou redes sociais como Facebook.
Em maio de 2009, de acordo com a eMarketer, existiam 29 milhões de smartphones nos Estados Unidos. Trata-se de muito acesso de internet disponível para trabalhadores em qualquer lugar, e os empregadores não os podem impedir de acessar internet em intervalos, almoço, no banheiro.
O valor para os trabalhadores de ter acesso à internet, em termos de pesquisa, comunicação e velocidade, é muito maior do que a ameaça de perda de produtividade. As empresas têm o direito de fazer políticas sobre uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante o trabalho é tolice.
Os “odiadores” irão causar dano à marca:
“E se as pessoas começarem a dizer coisas ruins sobre nossas marcas?”, é a primeira pergunta que respondo em workshops. Bem, talvez haja coisas que você precise mudar em sua marca e, neste caso, você deve agradecer a essas pessoas por deixá-lo saber quem elas são. A partir daí, você pode fazer as mudanças.
Se você construir uma comunidade online, ela incluirá pessoas que não te odeiam, e a comunidade irá crescer em sua defesa e ela própria irá cuidar dos problemas para você.
Perderemos o controle da marca:Ouça bem: cada pessoa com um computador e um pouco de habilidade tem as ferramentas para fazerem suas opiniões sobre sua marca serem ouvidas por outras pessoas. Elas já estão falando sobre você. O controle da mensagem é uma ilusão, desista.
Seus funcionários estão falando sobre você no Facebook, em grupos fechados desenhados para deixá-lo fora, para que possam falar sobre você em paz. Seus clientes estão enviando e-mails, usando Twitter e Facebook e ligando para amigos para falar da experiência com sua marca. Você não tem controle. Você deve entrar na conversa, ao menos você poderá influenciar o que está sendo dito.
Redes sociais demandam dinheiro:Embora muitas ferramentas de redes sociais sejam gratuitas, saber usá-las demanda experiência e boa perspectiva. O amigo do colégio do chefe não pode integrar rede social no marketing da empresa. É necessário experiência e perspectiva. E ter uma reputação online boa ajuda também.
Como existem carpinteiros que podem construir uma estante e outros carpinteiros mestres que podem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de redes sociais que jamais trabalharam para um cliente real. Contrate-os, mas por sua conta e risco.
Geoff Livingston afirmou corretamente em um post recente: “Reportar o que você vê na internet não é igual a saber fazer. E nem transforma alguém em conselheiro”.
Estamos com medo de processos jurídicos:Essa não. Próxima por favor!
Temos medo de estar revelando segredos corporativos que possam afetar o valor de nossas ações:Se você não tem uma política de rede social, precisa criar uma. Se você não confia em seus empregados como pessoas para falar com os consumidores, ou para representar a marca, você precisa então rever suas práticas de contratação e de treinamento.
Do Advertising Age.
Estratégias de Marketing Digital – Grandes sacadas 21 de setembro de 2009
Posted by Luis Giusti in Marketing, Marketing Digital.add a comment
Segue algumas sacadas que podem ser matadores na otimização de sua estratégia e algumas que podem acabar com sua marca.
OS CINCO ERROS DE MATAR
1. Negligenciar o banco de dados
Sem uma poderosa solução tecnológica na área de banco de dados em sua plataforma digital, nunca se chegará a um bom resultado. Através dos relatórios gerados através destas plataformas, é possível otimizar sua campanha e customizar cada ação.
2. Ignorar o poder das comunidades digitais
Um clássico na indústria da comunicação e do marketing digital. A internet é uma grande conversa. Dê atenção a quem, de fato, comanda seu negócio: o consumidor. Mantenha relacionamento capaz de reverter futuramente em vendas, em negócios. E, faça um bom trabalho. Qualquer comentário jogado na rede de forma negativa pode destruir sua marca.
3. Não medir
Não há um meio de comunicação mais mensurável que o ambiente digital. Cada número, cada relatório, pode revelar informações preciosas sobre a realidade do seu mercado, possibilitando você a traçar estratégias quase sempre matadoras e certeiras.
4. Deixar para depois
Todo dia a internet nos surpreende. O avanço digital e tecnológico é incrível. Não espere as coisas acomodarem para começar a implantar projetos web. Enquanto você espera, seu concorrente sai na frente. Não perca oportunidades e negócios. Aprenda e evolua com cada projeto.
5. Acreditar que é possível evitar erros
Aprenda com seus erros. Você deve entender os desafios da inovação como um aprendizado e enfrentá-lo com a criança que aprende a andar: caindo. Levantar é o próximo passo. Uma campanha pode ser rapidamente redirecionada. Um portal pode ser rapidamente redesenhado.
OS CINCO ACERTOS MATADORES
1. Fale como gente
No mundo digital, a informalidade é uma grande regra. Fale como gente, seja informal, converse como conversaria com seu público ao vivo, sendo franco e transparente. Seu consumidor é gente.
2. Engaje sua campanha
O mundo digital invadiu nossas empresas. Uma estratégia digital bem sucedida só funcionará se todos tiverem engajados nela. Difunda conhecimento. Promova o encontro de quem sabe mais com quem sabe menos para que todos falem a mesma linguagem.
3. Desmistifique sua URL
É normal você trabalhar a presença da marca na web através de campanhas online, sites corporativos, hotsites promocionais. Porém, você deve descentralizar sua presença somente nesses meios. Distribua seu conteúdo através das redes digitais como blogs, portais móveis, orkut, twitter, etc. Para isso é preciso muito trabalho, afinal monitor a presença da marca de forma tão abrangente significa mais riscos, preocupação e uma estrutura dedicada. Try!
4. Integre On e Off
Seu consumidor não consome pensando um dia “on” e um dia “off”. Seu marketing deve fazer o mesmo. Pensar em campanhas integrando on e off ao mesmo tempo, requer estratégias e são a grande tendência da comunicação mundial. Não há diferenças entre o real e o virtual.
5. Imite seu consumidor: amplie sua experiência digital.
Como mostram as estatísticas em tudo quanto é rede na internet, seu consumidor é muito mais digital que sua marca. Imite seu consumidor, diversifique sua presença nos mais variados canais que abrem a porta para o relacionamento. Games, realidade aumentada, mobile marketing, enfim, há uma série de canais para você chegar até seu consumidor. Trata-se de uma investigação de onde seu consumidor está e o que ele quer ver. Experimente!
fonte: Revista Proxxima
Comunidades no twitter 21 de setembro de 2009
Posted by Luis Giusti in Marketing Digital, Redes Sociais.add a comment

Twinester, o novo aplicativo do Twitter.
Essa é a idéia do novo aplicativo Twinester cujo conceito é agregar comunidades ao serviço de microblogging.
O site cria ‘ninhos’ restritos ou públicos entre os usuários cadastrados no serviço e interessados em um mesmo assunto. O curioso é que toda interação feita no Twinester é separada do Twitter. As mensagens postadas no site não são replicadas no seu perfil na rede social. Ao contrário da rede social do Google, o conteúdo não é separado por tópicos. Ele aparece em forma de lista, como se fosse um Twitter restrito aos fanáticos por determinado tema.







